Pesquisas
A pesquisa será específica para analisar o perfil das mulheres magistradas associadas à entidade. A análise do perfil das magistradas, em conjunto com o mapeamento das janelas de oportunidades de acesso aos tribunais até 2030. O objetivo geral é contribuir efetivamente com dados e subsídios úteis à elaboração de estratégias e providências para aumentar a participação feminina nos cargos mais elevados dos tribunais a curto, médio e longo prazo.
A pesquisa será desenvolvida em duas partes: Parte I – questionário a ser aplicado junto às magistradas associadas à AMB e Parte II – mapeamento e projeção da carreira até 2030, incluindo a análise de perspectivas de equidade de gênero nos tribunais.
A pesquisa é coordenada pelo diretor do CPJ, ministro Luis Felipe Salomão (STJ).
O objetivo da pesquisa é conhecer o perfil socioeconômico das Juízas e Juízes Latino-Americanos, o funcionamento da magistratura e a opinião dos magistrados sobre suas realidades e desafios.
Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a partir do Centro de Pesquisas Judiciais, em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e com a Associação Brasileira de Jurimetria (ABJ).
A pesquisa que será realizada pelas entidades, irá mapear e analisar as cadeias de lavagem de bens e capitais relacionado à crimes ambientais a partir da sistematização das informações de atores e processos judiciais analisadas sob o ponto de vista do fenômeno crime ambiental, compreendendo a atuação jurisdicional no tema. A pesquisa permitirá o cruzamento de dados entre os crimes ambientais e a lavagem de dinheiro, promovendo a governança judicial e ambiental.
Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a partir do Centro de Pesquisas Judiciais, em parceria com Unesco e a FGV-RJ, realizará pesquisa sobre Fake News/ Desinformação a partir do judiciário.
Com vistas a criar ferramenta para lidar com os fenômenos sociais insurgentes, o projeto ambiciona investigar e analisar os parâmetros que o judiciário tem utilizado para categorizar as Fake News, com o objetivo de avançar na delimitação conceitual e identificar o tratamento jurídico adequado para combater a desinformação dentro de uma dinâmica institucional democrática. Atualmente o estudo encontra-se em tratativas para a realização.

